domingo, 31 de julho de 2011

Rio da Lua

Depois de ver o filme, a vida não acaba no felizes para sempre; também não acaba quando parece que tudo deu errado, também não acaba quando o filme termina.
Encontro-me no espelho. Compreendo-me como minha mãe tantas vezes compreendeu. Conheço as ansiedades desse coração conheço a beleza dele e a grandeza da vida. Nã acaba. Vejo minha vida como um barco navegando no infinito desconhecido, cercado daquilo que eu não sei. Sorrio pra minha crise de fim de faculdade, para a sensação de urgência em fazer tudo certo, resolver tudo, encontrar o homem da minha vida, saber o que vai ser daqui pra frente e ser super bem sucedida, nossa, ser super bem sucedida! E existe isso?
Como é libertador saber que é tudo tão grande, que eu não sei, que meu barquinho tem o tamanho e o jeito dele, e ele é bonito assim.
O agora é tudo o que eu preciso saber!