E dessa pedra parte um movimento de desabrochar. Toda perda trás uma expansão. A pedra continua sendo pedra, mas é também flor. A pedra ainda está dentro da pele, dos ossos, entre os órgãos e líquidos. Mas é também o eterno crescer e abrir-se. É o movimento para o mundo.
E foi ao tirarem-me o chão que eu aprendi a voar.
Por isso a gratidão eterna, mesmo àquilo que me dói.
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