sábado, 18 de dezembro de 2010

Mãe,
seu corpo quente, seu olhar amoroso, suas mãos plenas de si. Levo em mim, desperto-te em meu corpo, meu olhar, minhas mãos. Te sinto viva em meu ventre, na força de descobrir-me, na gratidão em perceber que você sempre me viu exatamente como sou. Sendo minha mãe, ensinou-me a ser-me mãe.

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